As células são muito pequenas e não podemos vê-las a olho nu, as primeiras células foram observadas através do microscópio óptico no século XVII, representa a menor porção de matéria viva. As bactérias são organismos unicelulares, ou seja, possuem uma única célula enquanto os seres humanos são pluricelulares. As maiores células medem cerca de 0,2 mm; suas estruturas são muito menores.
E como se deu este nome, célula?
Robert Hooke (cientista britânico) observou lâminas de cortiça e chamou de células aos pequenos espaços de sua estrutura, depois observou-se que as células vivas não eram ocas como a cortiça, mesmo assim o nome perdurou. Em seu livro que foi publicado em 1665, Hooke comparou as células da cortiça com quartos que os antigos monges viviam. A célula é capaz de atuar de maneira autônoma.
Os constituintes celulares (que podem aparecer em células animais e/ou vegetais) são os seguintes: • Membrana plasmática: envoltório da célula. Regula a entrada e saída de substâncias. • Núcleo: central de informações da célula. Aí se encontram os cromossomos, com seus genes, contendo toda a informação hereditária. • Citoplasma: região compreendida entre o núcleo e a membrana plasmática. • Carioteca: envoltório do núcleo. • Nucléolo: local onde os ribossomos são fabricados e armazenados temporariamente até se dirigirem ao citoplasma. • Retículo endoplasmático: conjunto de tubos, canais e sacos membranosos, dentro dos quais circulam substâncias fabricadas pela célula. Pode ser liso ou rugoso (este último assim chamado porque tem ribossomos aderidos a ele). • Aparelho de Golgi: conjunto de saquinhos membranosos, achatados e empilhados, cuja função é armazenar substâncias que a célula fabrica. • Mitocôndrias: bolsas membranosas onde ocorre a respiração celular, processo responsável pela produção de energia na célula. • Lisossomos: saquinhos membranosos que contêm sucos digestivos. Digerem partículas ingeridas por fagocitose ou estruturas celulares velhas. • Ribossomos: grânulos responsáveis pela produção de proteínas. • Centríolos: cilindros formados de tubos protéicos, relacionados a movimentos celulares e ao citoesqueleto. • Cloroplastos: estruturas membranosas ausentes nas células animais com pigmento verde (clorofila), responsáveis pela fotossíntese.
As células tumoral e a transformada, tanto uma quanto outra podem se multiplicar indefinidamente, portanto a célula transformada retém as características do tipo celular de que lhe deu origem e a célula cancerosa cresce desorganizadamente, formando grumos.
O que são células-tronco?
A célula-tronco é capaz de se multiplicar e se diferenciar em qualquer tipo celular, são chamadas pluripotente, por este motivo. A célula pluripotente ao se dividir, pode dar origem a duas células iguais a ela ou a outra célula pluripotente ou a uma mais diferenciada que se chama multipotente, porque pode dividir-se e diferenciar-se em muitos tipos celulares dentro de uma categoria.A própria programação genética da célula é o que induz ou não esta diferenciação, além, é claro, de fatores químicos assistidos no meio extracelular.
Ainda há muita discussão quando se fala de célula - tronco embrionária humana pois envolve muita discussão, pois a igreja e alguns grupos são contra a utilização da mesma. A célula-tronco pode promover a cura de diversas doenças e já está aprovada no Congresso as pesquisas envolvendo pesquisas com células-tronco embrionárias.
O que é clonagem?
A palavra clone designa um conjunto de indivíduos que deram origem a outros por reprodução assexuada.Clonagem è um processo natural ou artificial em que são produzidas cópias fiéis de um indivíduo, portanto um processo que formará um clone.
O botânico norte-americano Herbert J. Webber, disse que, o clone é um descendente de um conjunto de células, moléculas ou organismos geneticamente igual à de uma célula matriz, ele usou este termo em 1903.
O processo de clonagem natural ocorre em alguns seres, como as bactérias e outros organismos unicelulares que realizam sua reprodução pelo método da bipartição ( processo de reprodução assexuada em que um indivíduo se divide em dois indivíduos iguais), além disso, o tatu também produz um clone através da poliembrionia (formação de vários embrões em um só ovo). No caso dos humanos, os clones naturais são os gêmeos univitelinos, ou seja, são seres que compartilham do mesmo material genético (DNA), sendo originado da divisão do óvulo fecundado.
No processo de clonagem artificial existem várias técnicas de clonagem, uma delas permite clonar um animal a partir de óvulos não fecundados, sendo este processo conhecido desde o século XIX, estes processos eram praticados pelos horticultores que obtinham clones de orquídeas, que através de tecidos meristemáticos de uma planta matriz, originava dezenas de novas plantas geneticamente idênticas.
Clonagem de Macacos
A clonagem de macacos foi feita nos Estados Unidos utilizando as mesmas técnicas da ovelha Dolly.
A grande diferença deste tipo de clonagem foi pelo fato de utilizarem células de um embrião e não de animais adultos como o caso da ovelha Dolly.
Qual a vantagem ao se clonar um indivíduo?
Desenvolvimento de animais imunes a algumas doenças contagiosas
Clonagem de células humanas para tratamento de doenças
Preservação de animal em extinção
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