A
hipertensão arterial (HTA) ou como é mais conhecida popularmente de pressão
alta, é uma doença caracterizada pelo aumento da força que o sangue exerce na
parede das artérias quando se movimenta e atinge valores da pressão acima dos
considerados normais. Uma doença por sinal muito perigosa por ser silenciosa
e assintomática. A pressão arterial é aferida com esfigmomanômetro (aparelho
de pressão) ou tensiômetro.
Uma
pessoa é hipertensa quando a medida da pressão se mantém, com frequência
acima de 14 por 9 ou seja 140/90 mmHg (milímetros de mercúrio) e há
necessidade de ser medida frequentemente para que seja comprovado se a pessoa
é hipertensa, com um simples exame não se pode diagnosticar a patologia.
A
pressão arterial é uma força que bombeia o sangue que sai do coração e depois
circula no corpo. O coração é uma
bomba e bate aproximadamente de 60 a 80
vezes por minuto durante toda a vida e joga de 5 a 6 litros de sangue por
minuto para o corpo.
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As
oscilações de pressão podem ocorrer em exercícios físicos, uso de drogas,
fumo, cafeína, álcool, nervosismo, preocupações. A hipertensão arterial sistêmica
é uma doença crônica, ou seja, não tem cura, com exceção da hipertensão arterial secundária (por meio de
tratamento cirúrgico) apenas para os pacientes com a Hipertensão que
representam apenas 5% da população hipertensos, os outros 95% dos hipertensos,
porém tem de ser controlada com atenção, pois do contrário pode levar a
complicações e atingir sistemas e órgãos como:
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Coração,
que pode acarretar em angina, insuficiência cardíaca e morte súbita; sistema
vascular com entupimentos e obstruções de artérias, doença periférica dos
membros inferiores; sistema visual como retinopatia – redução; sistema
nervoso com infarto e hemorragia. www.ecuidar.com.br
Doença multigênica de etiologia múltipla;fisiopatologia
multifatorial, com lesão dos seguintes órgãos: cérebro, coração (provoca
alterações na musculatura), retina, vasos e rins.

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São
fatores de risco:
Idade: Aumenta
o risco com o aumento da idade.
Sexo: Até os
cinquenta anos, mais homens que mulheres desenvolvem hipertensão. Após os
cinquenta anos, mais mulheres que homens desenvolvem a doença.
Etnia: Mulheres afrodescendentes têm risco maior de hipertensão que mulheres caucasianas.
Nível
socioeconômico: Classes de menor nível socioeconômico têm maior chance de
desenvolver a doença.
Consumo de
sal: Quanto maior o consumo de sal (sódio), maior o risco da doença.
Consumo de
álcool: O consumo elevado está associado a aumento de risco. O consumo
moderado e leve tem efeito controverso, não homogêneo para todas as pessoas.
Obesidade: A
presença de obesidade aumenta o risco de hipertensão.
Sedentarismo:
O baixo nível de atividade física aumenta o risco da doença.
Os
sintomas que algumas pessoas hipertensas reclamam: Cansaço, tonturas e dores
de cabeça muito forte e pressão na nuca, mas para saber realmente se a
pressão está alta é aferindo-a que podem ser em postos de saúde e hospitais.
Para que possamos favorecer a redução da pressão
arterial, há dois tipos de abordagens: o farmacológico, com uso de drogas
anti-hipertensivas, e o não-farmacológico, que é muito mais saudável:
Reduzir o peso
corpóreo, ou seja, uma dieta
controlada
Medir a
circunferência abdominal (cintura): homem no máximo 94 cm e mulher, no máximo
80 cm
Reduzir
consumo de sódio (sal, queijo salgado, bacalhau, enlatados, conservas,
charque; o que faz mal a saúde é o excesso de sódio
Ingerir
alimentos ricos em potássio; o potássio é
um mineral necessário para nosso organismo. Ele tem um papel importante no
funcionamento do músculo cardíaco e na libertação de insulina, sua carência
pode provocar desequilíbrio interno, fatiga tonturas, fraqueza muscular, e
ainda pode causar arritmia cardíaca.
Reduzir o
consumo de bebidas alcoólicas;
Praticar
exercícios físicos regulares como: subir escadas, fazer caminhadas, andar de
bicicleta;
Abandonar do
tabagismo;
· Controlar as dislipidemias,
também chamadas de hiperlipidemias, refere-se ao aumento dos lipídios
(gordura) no sangue, principalmente do colesterol e dos triglicerídeos e
do diabetes mellitus;
· Evitar drogas
que elevam a pressão arterial, como: anticoncepcionais, antiinflamatórios,
moderadores de apetite, descongestionantes nasais, antidepressivos, corticoides,
cafeína etc.;
· Controle do
estresse.
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